quarta-feira, 18 de maio de 2016

Melanie Martinez


Meio pirada e ao mesmo tempo dona de uma imagem fofa, Melanie Martinez conquistou todos devido seu estilo único.
A cantora é a queridinha entre os twitteiros, tumblrs e basicamente toda essa galera da internet que paga de “indie, folk, zumba e gótico com descendências barrocas”. É tanto que logo de cara é possível perceber sua marca registrada: o cabelo de duas cores!
Melanie compõe desde os seus quatorze anos, e também fazia uma espécie de “dark covers” da música pop. Tudo começou quando ela foi para o The Voice em 2012, onde estreou cantando Toxic da Britney Spears com sua voz sussurrada, violão e um pandeiro – com os pés!
Logo depois, escolheu participar do grupo de Adam Levine, porém Martinez não chegou a ganhar a competição, terminando em sexto lugar no final do programa.



Após o The Voice, Melanie passou a trabalhar de forma independente, tendo como principais inspirações: Regina Spektor, Kimbra, Lana Del Rey e Marina and The Diamonds.
Lançou em 2014 o EP Dollhouse, que agora abria as portas necessárias para adentrar no universo musical, e encontrar seu espaço!
Eu a conheci entre o final de 2014 e o início de 2015, e foi maravilhoso acompanhar seu desenvolvimento. Dollhouse foi a música que fez eu de fato me apaixonar por ela, a canção é um vício infinito que fica impregnado na sua cabeça, a letra, aliás, mistura gêneros pesados em um aspecto fofo e rosado – é, basicamente, sobre uma falsa família perfeita onde o pai trai a mãe, a mãe é alcoólatra, o filho fuma maconha e a outra (ela) apenas observa tudo de seu quarto.



Outra faixa do EP que bombou foi Carousel, que fez parte dos teasers de American Horror Story: Freak Show. O vídeo também usa dos gêneros mesclados, um "horror cor-de-rosa".


 • Cry Baby

E em agosto de 2015, Melanie Martinez nos presenteia com seu primeiro álbum, o Cry Baby (s2s2).
Antes, já havia lançado três singles promocionais – Pity Party, que fez eu definitivamente me apaixonar por ela, Soap que tem uma batida muito louca com bolhas de sabão, e Sippy Cup que complementa a história de Dollhouse.
Eu sou fascinado pelo conceito desse álbum, ele vai contar, através de cada faixa, uma parte da história da Cry Baby, um alter-ego. Ele é todo cheio desses elementos, com sons de brinquedos e letras sombrias que podem variar bastante entre assassinato, loucura e um amor tóxico. Basicamente um visual infantil com mensagens adultas.
É quase impossível escolher minha favorita, amo todas sem exceção, e tenho certeza que a Melanie trabalhou duro para deixá-lo como quis!
A divulgação a cerca dele, assim como a versão física (maravilhosa) do CD são impecáveis em seus mínimos detalhes – o encarte, por exemplo, é um livro de historinhas!
Acho a Melanie uma artista completa, além de compor todas as suas próprias músicas, ela também fez a capa do albúm, escreve e dirige seus videoclipes, os quais tenho imenso carinho pela criatividade. Além de que nunca tenta passar uma imagem acima de todos, pedindo para seus fãs chamarem-na de amiga ao invés de "deusa", mas, me digam, tem como se deparar com isso e achar o contrário?

 

Acho que não há mais o que falar, apenas CORRA PARA OUVIR O CRY BABY E TODAS AS MÚSICAS INDIE FOLK ZUMBA GÓTICA COM DESCENDÊNCIAS BARROCAS!!!



Postado por Azoka Gouveia Filho.

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